dezembro 18, 2009

Publicidade Virtual

A Internet está cada vez mais importante nas nossas vidas, vem se tornando uma fonte de lazer e forma de trabalho com crescimento impressionante. É a principal tecnologia da informação e comunicação. Hoje, segundo pesquisas, a internet é usada por mais de 1,5 bilhões de pessoas, e é por este e outros vários motivos que surgiu a Publicidade Virtual, com objetivo de levar informação e acesso a qualquer produto diretamente pela internet, com custo baixo, retorno direto e para o maior numero de pessoas possíveis, afinal de contas, quem não tem acesso a Internet hoje?
A rede mundial é a forma mais rápida de propagar informação simultaneamente para uma grande quantidade de pessoas.
É através da Publicidade Virtual que a Mix Mais trabalha, constantemente atualizada com os principais métodos para deixar a sua empresa e seu produto o mais próximo dos clientes atuais e na prospecção de novos. Ter uma página-web é primordial para qualquer empresa estar bem posicionada perante seus clientes. Além de levar informações de qualquer espécie rapidamente e com grande interatividade, os sites é hoje como um cartão de visita, ou melhor, uma vitrine online, onde poderá encontrar todas as informações da empresa, fotos de produtos, condições de pagamento e até mesmo atendimento online, mais um item que faz com que você fique grudado em tempo real com seus clientes.
www.mixmais.com

dezembro 16, 2009

Newsletter: a principal ferramenta do e-Mail Marketing

Uma email newsletter é um boletim periódico enviado regularmente aos seus clientes e visitantes, através do email. O objetivo da newsletter é manter o nome de sua empresa vivo na mente do cliente, além de apontar sempre o caminho para o seu site. Mas lembre-se, a newsletter só é eficaz se trouxer alguma utilidade para as destinatários tais como informações de valor e, eventualmente,  produtos em condições especiais. 
Etapas na implantação do e-Mail Marketing
Você pode optar por terceirizar o programa de email marketing, o que eliminaria muitas das etapas seguintes, porém levando-se em consideração os custos e o fato que os seus clientes são o seu patrimônio mais importante, provavelmente  você desejará ter o controle total do processo. Para isso, as principais etapas são:
Montar a infra-estrutura.  Criar formulários de entrada de dados no site para cadastrar os endereços de e-mail fornecidos, preparar produtos ou benefícios como estímulo para seus visitantes deixarem o endereço e, o mais importante, contratar uma empresa especializada no envio de email marketing.
 Montar as listas de emails.  Nos Estados Unidos, são comuns empresas que fornecem listas de email opt-in. No Brasil também existem, mas não são tão comuns e você dificilmente saberá se realmente  trata-se de uma lista autorizada. Nossa recomendação é que você construa o seu próprio mailing, com os endereços de seus clientes e visitantes dos site. Anúncios em alguma newsletter com público semelhante ao seu, são uma boa forma de trazer visitantes que podem também se cadastrar em seu site.
 Adquirir software de envio. Esse é um aspecto muito importante com o qual você não deve se descuidar. Para  enviar um email, ou uma dúzia, qualquer programa de correio dá conta do recado, mas a medida que sua base de dados  vai crescendo, e isso deverá ocorrer, começa a ser imprescindível um bom software. Ele deve ser capaz de enviar rapidamente milhares de e-mails sem dificuldade, possibilitar a manutenção dos dados sem grandes dificuldades, a inclusão e exclusão automática de assinantes da lista, além de um suporte confiável e atualizações  freqüentes.  Nossa recomendação aqui é: não hesite em investir algum dinheiro em um bom email software, pois isso vai lhe possibilitar um gerenciamento eficiente do programa e lhe poupar muita dor de cabeça e riscos desnecessários.  No final dessa página você encontra indicação de um produto que realiza essa tarefa com muita eficiência.
 Criar conteúdo de qualidade. Você pode utilizar sua base de dados para se manter em contato com seus clientes comunicando promoções e lançamentos de produtos ocasionais ou então,  enviar uma “newsletter” periódica, com informações de interesse em sua área de atuação. Particularmente no caso da email newsletter, é importante se preocupar com a qualidade da informação. Procure fornecer conteúdo que de alguma forma possa gerar valor para o destinatário.
 Fazer acompanhamento do email-marketing.  É fundamental fazer uma avaliação constante de seu programa de email marketing, acompanhar o crescimento de sua lista de e-mails e o retorno em termos de vendas. Não se esqueça de ouvir seus clientes e assinantes. Afinal, eles são a razão da existência de sua empresa.
Mix Mais e-mail Marketing  | Um excelente produto,  um dos programas mais utilizados para envio e gerenciamento de emails.
www.mixmais.com

dezembro 15, 2009

e-Mail Marketing

e-mail marketing é uma ferramenta importantíssima para o empreendedor na geração de tráfego e, principalmente, no relacionamento com os clientes. Criar e enviar uma email newsletter pode alavancar o sucesso de um negócio na Internet.  As principais razões para  isso são:
Agilidade: O e-mail é uma ferramenta ágil tanto no envio quanto na resposta e avaliação do retorno. Um simples clique na tecle “send” do software dispara o envio de milhares de e-mails que em segundos estão na caixa postal do destinatário. A resposta ao email marketing normalmente é imediata através da ação desejada ou simplesmente da confirmação de recebimento.
Mensurabilidade: É muito fácil medir o retorno do email marketing.  As estatísticas de seu site vão lhe indicar: quantas pessoas receberam, quantas clicaram em um link, visitaram o site, compraram; quantas não desejam mais receber sua comunicação e solicitam a exclusão da lista, e diversas outras informações.
Interatividade:  Um simples link no e-mail possibilita ao destinatário realizar uma ação como retornar uma resposta, visitar um site ou solicitar a sua exclusão da lista.
Alta Taxa de Resposta: Campanhas de email marketing sérias, com comunicação enviada para destinatários que autorizaram o recebimento (opt-in) tem altíssimos índices de retorno.  
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Livro traz retrato revelador sobre o Google

Se o Google fosse uma pessoa, Tim Wu, professor de Direito na Universidade de Colúmbia e veterano do Vale do Silício, teria dito, de acordo com o livro Googled - The End of the World as We Know It (Googled: o fim do mundo como o conhecemos, em tradução livre), que a companhia "tem todos os defeitos e todas as virtudes de um clássico geek do Vale do Silício".
A observação é ecoada pelo autor do livro, Ken Auletta, que em Googled retrata a empresa como grande e inovadora mas ocasionalmente inepta em termos sociais, combinando ingenuidade e arrogância em seu relacionamento com o restante do mundo.
O livro é mais um trabalho jornalístico objetivo do que um tratado polêmico, e oferece um retrato revelador de uma empresa que mudou paradigmas e em 11 anos de atuação alterou radicalmente o cenário da mídia e dos negócios, mas que também tem momentos característicos da espécie de miopia associada ao hemisfério esquerdo do cérebro - ou seja, um ponto de vista propelido pela ciência e engenharia que valoriza dados, eficiência e crescimento mas desconsidera preocupações mais humanas e políticas, tais como a privacidade e os direitos autorais.
A fundação do Google por Larry Page e Sergey Brin, e sua ascensão meteórica, já foram relatadas muitas vezes, em livros como Planet Google (2008), de Randall Stross, The Google Story (2005), de David Vise e Mark Malseed, e O que o Google faria? (2009), de Jeff Jarvis. Reportagens de televisão já revelaram a atmosfera relaxada e quase universitária da companhia, e artigos para jornais e revistas já desconstruíram sua ênfase no trabalho de equipe e seu apego a ideias audaciosas que a levam a violar fronteiras.
Em Googled, Auletta não apenas amplifica esses retratos anteriores por meio de novas entrevistas com os líderes da empresa como aproveita sua experiência como colunista da revista New Yorker para posicionar a ascensão e expansão mundial do Google no contexto da revolução digital e da crise que a mídia tradicional enfrenta devido à perda de fontes tradicionais de receita, à medida que o público passa a depender cada vez mais da internet como fornecedora de notícias, filmes, música e vídeos.
Auletta escreve que "boa parte do planeta já vive sob a influência do Google, e a empresa se tornou, como disse Larry Page, 'parte das vidas das pessoas, como escovar os dentes'". Auletta afirma que o Google "transformou a maneira pela qual buscamos e usamos a informação, nos ofereceu o equivalente a uma secretária digital, tornou governos, empresas e outras instituições mais transparentes, serviu como prestador de serviços e empregador modelo, simplificou o complexo e se tornou exemplo de uma máxima sempre repetida mas raramente seguida, a que recomenda confiar nos clientes".
"Google" se tornou um termo tão comum que o nome da empresa virou verbo. "O índice do serviço de buscas continha um trilhão de páginas da web em 2008", escreve Auletta, "e de acordo com Brin a cada quatro horas o Google indexa o equivalente a todo o conteúdo da Biblioteca do Congresso americano".
Tendo adquirido o YouTube, o maior dos serviços de vídeo que oferecem conteúdo gerado por usuários, em 2006, e a DoubleClick, a mais conhecida agência de marketing digital, em 2007, ele prossegue, o Google respondeu por 40% dos US$ 23 bilhões investidos em publicidade online nos Estados Unidos, e pela mesma proporção dos US$ 54 bilhões em publicidade mundial. Ele acrescentou que a companhia conduz cerca de três milhões de buscas ao dia, armazena cerca de 25 bilhões de tetabits (quatrilhões de bits) de dados e planeja digitalizar 20 milhões de livros.
O famoso lema do Google é "não faça o mal", e em seus primeiros dias, afirma Auletta, Page e Brin exibiam "um idealismo quase messiânico". "Eles lançaram o Google com a fervorosa crença de que a publicidade enganava as pessoas para forçá-las a gastar dinheiro, e que a internet fomentaria um ethos democrático que as libertaria". E no entanto foi a publicidade que fez do Google um gigante do século XXI.
Privacidade,censura e confiança
O crescimento exponencial da empresa alimentou as reclamações de críticos que acreditam que seu tamanho e poder a estejam transformando em outra Microsoft, um Império do Mal que sufoca concorrentes e absorve talentos como um rolo compressor digital que demole a mídia tradicional para ocupar novos terrenos; um colosso dos dados com algo de Grande Irmão, que poderia ameaçar a privacidade dos consumidores e subverter as leis de direitos autorais.
Nos últimos anos, o Google vem atraindo cada vez mais atenção adversa devido a algumas decisões controvertidas. O plano de digitalizar milhões de livros - o conteúdo seria escaneado e aberto a buscas - incomodou escritores e editoras, que veem o plano como ameaça aos direitos de propriedade intelectual e como convite à pirataria, já que livros armazenados em bancos de dados, tais como a música online, estariam vulneráveis a hackers.
O Google também foi criticado por aceitar as normas chinesas de censura. (Em 2006, seu presidente-executivo, Eric Schmidt, disse que "considero que seria arrogante de nossa parte chegar a um país no qual mal começamos a operar e dizer ao seu governo como ele deveria funcionar".) E, como Auletta observa em seu trabalho, a armazenagem de um imenso volume de dados sobre os seus usuários desperta questões graves de proteção de privacidade, especialmente porque o Google admite que está no negócio da publicidade e parece ávido por intermediar contatos entre seus usuários e os anunciantes.
Porque o Google "desfruta de reputação de confiabilidade merecida junto aos usuários", Auletta afirma que "seria difícil imaginar uma questão capaz de colocar em risco essa confiança com mais rapidez que a privacidade". Ele acrescenta que "ouvi um executivo do Google murmurar que a privacidade é uma bomba atômica, porque nosso sucesso se baseia na confiança".
Auletta escreve que caso os usuários "percam a confiança no Google, acreditem que seus dados pessoais estão sendo explorados e transmitidos a anunciantes (ou governos), a empresa que costuma ser considerada como uma das mais confiáveis marcas do mundo estaria cometendo suicídio".
Outros problemas são causados pelo crescimento explosivo e muitas vezes desordenado do Google, que continua a ingressar em novos territórios, como a computação em nuvem, a telefonia móvel e até uma enciclopédia semelhante à Wikipédia, chamada Knol. Ao fazê-lo, não só ganharia novos concorrentes como corre o risco, na opinião de alguns críticos, de perder seu foco. O Google "está lançando produtos demais e seus investimentos são muito dispersos", afirmou um antigo executivo da empresa.
Futuro
Será que o Google continuará concentrado primordialmente nas buscas e naquilo que Wu define como "uma estética de engenheiros, que envolve fornecer aos usuários o que eles querem, o mais rápido possível, e sair do caminho?" Ou a empresa se tornará um destino final em lugar de um intermediário, operando como plataforma e fonte de conteúdo? Como a aversão de seus fundadores à burocracia poderá ser enquadrada à gestão de um império em rápido crescimento? Os rivais cada vez mais hostis (entre os quais Microsoft, Verizon e Facebook) formarão alianças efetivas e capazes de deter o avanço do Google? O governo ameaçará o crescimento da empresa por meio da aplicação de normas antitruste?
"O Google parece bem posicionado, para o futuro previsível", conclui Auletta, "mas vale lembrar que poucas empresas são capazes de sustentar seu domínio. Houve época em que ninguém acreditava que as três grandes montadoras de automóveis tropeçariam, ou as três grandes redes de TV aberta, ou a AT&T, IBM e America Online. Para empresas com históricos de erros sérios - Apple, IBM -, era difícil imaginar que conseguissem se recuperar, mas foi o que fizeram".
Livro: Googled - The End of the World as We Know It
Michiko Kakutani| Tradução: Paulo Migliacci 

dezembro 14, 2009

PUBLICIDADE E POPAGANDA - DICAS

O consumo de produtos e serviços se deve, em grande parte, à estratégia de divulgação adotada pelas empresas e instituições para despertar o interesse das pessoas. Para isso, o profissional de publicidade e propaganda usa técnicas para criar e manter a boa imagem de produtos, serviços, empresas e pessoas. Ele trabalha com texto, sons e imagens. Tem de pesquisar muito sobre público-alvo, mídia adequada e formas de abordagem, estratégias de venda e de contato com o cliente. "Por ser uma das variáveis que movimenta a economia, a publicidade tem um importante papel", afirma Rogério Lima, da Mix Mais Brasil | Londres. "A rotina é dura. São muitas reuniões internas e com clientes e veículos de comunicação. Procuramos ter hora para chegar, mas nunca sabemos quando vamos sair do trabalho. O mercado é agitado e concorrido e o clima na agência reflete bastante isso. Quando o concorrente de um cliente lança uma campanha, por exemplo, precisamos bolar, com muita agilidade, uma estratégia de combate", explica Rogério. O reconhecimento na área vem quando, além de ser comentada, uma campanha cumpre seu objetivo: estabelecer a marca ou elevar as vendas. O trabalho se divide em um tripé: atendimento (quem faz o meio de campo entre a agência e os interesses e as metas do cliente); criação (que bola as peças publicitárias); e mídia (que define o público-alvo, o meio de comunicação, o veículo, o dia e horário da divulgação - em caso de TV ou rádio - ou quais títulos de revista ou jornal em que as peças serão publicadas).


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